PEQUENOS MÚSICOS - Prof.ª Carla Nunes
Blogue de apoio às aulas de Educação Musical de 2.º Ciclo e de 3.º Ciclo
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
sábado, 21 de novembro de 2009
Intervalos melódicos e intervalos harmónicos
Intervalos melódicos e intervalos harmónicos, com as mesmas notas
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Matéria que vai sair no teste - 6.º Ano
Teste sumativo de 6.º Ano - 1.º Período
DIAS 3 E 4 DE DEZEMBRO
Notas na pauta e na flauta de bisel - p. 16
Harmonia e realce tímbrico - p. 21
A semicolcheia - p. 24
Monorritmia e polirritmia - p. 25
Instrumentos melódicos e instrumentos harmónicos - p. 26
Intervalos melódicos e intervalos harmónicos - p. 26
Instrumentos musicais do Mundo - Aerofones p.28-29
DIAS 3 E 4 DE DEZEMBRO
Notas na pauta e na flauta de bisel - p. 16
Harmonia e realce tímbrico - p. 21
A semicolcheia - p. 24
Monorritmia e polirritmia - p. 25
Instrumentos melódicos e instrumentos harmónicos - p. 26
Intervalos melódicos e intervalos harmónicos - p. 26
Instrumentos musicais do Mundo - Aerofones p.28-29
sábado, 15 de novembro de 2008
Loucos de Lisboa - Ala dos Namorados
Link para o vídeo que mostra como se toca os "Loucos de Lisboa" na flauta:
http://br.youtube.com/watch?v=YgPUKbmP64I
Ala dos Namorados
Os loucos de Lisboa
Parava no café quando eu lá estava,
Na voz tinha o talento dos pedintes.
Entre um cigarro e outro lá cravava
A bica ao melhor dos seus ouvintes.
As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia,
Num gesto que podia ser de amor
Sorria, e ao partir agradecia.
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar.
A Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital,
Onde o esquecido filmado no gueto
Entrava como artista principal.
Comprámos a entrada p'rá sessão
P'ra ver tal personagem no ecrã
O rosto maltratado era a razão
De ele não aparecer pela manhã.
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar.
A Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia.
Deixámos de tributo a quem lá pára,
Um louco a fazer-lhe companhia.
Sempre a mesma posse, o mesmo olhar.
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado lá continua a cravar
Beijinhos às meninas que passeiam.
http://br.youtube.com/watch?v=YgPUKbmP64I
Ala dos Namorados
Os loucos de Lisboa
Parava no café quando eu lá estava,
Na voz tinha o talento dos pedintes.
Entre um cigarro e outro lá cravava
A bica ao melhor dos seus ouvintes.
As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia,
Num gesto que podia ser de amor
Sorria, e ao partir agradecia.
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar.
A Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital,
Onde o esquecido filmado no gueto
Entrava como artista principal.
Comprámos a entrada p'rá sessão
P'ra ver tal personagem no ecrã
O rosto maltratado era a razão
De ele não aparecer pela manhã.
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar.
A Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia.
Deixámos de tributo a quem lá pára,
Um louco a fazer-lhe companhia.
Sempre a mesma posse, o mesmo olhar.
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado lá continua a cravar
Beijinhos às meninas que passeiam.
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6.º Ano - 1.º Período,
Músicas flauta 6.º Ano
Não me mintas - Rui Veloso
Sigam este link para tocarem a peça "Não me mintas", na flauta.
http://br.youtube.com/watch?v=at554u8vT4M
Letra
Não me mintas
Eu queria unir as pedras desavindas
escoras do meu mundo movediço
aquelas duas pedras perfeitas e lindas
das quais eu nasci forte e inteiriço
Eu queria ter amarra nesse cais
para quando o mar ameaça a minha proa
E queria vencer todos os vendavais
que se erguem quando o diabo se assoa
Tu querias perceber os pássaros
Voar como o Jardel sobre os centrais
Saber por que dão seda os casulos
Mas isso já eram sonhos a mais
Conta-me os teus truques e fintas
Será que os "Nikes" fazem voar
Diz-me o que sabes e não me mintas
ao menos em ti posso confiar
Agora diz-me o que aprendeste
De tanto saltar muros e fronteiras
Olha p’ra mim e vê como cresceste
Com a força bruta das trepadeiras
Põe aqui a mão e sente o deserto
Cheio de culpas que não são minhas
E ainda que nada à volta bata certo
Juro ganhar o jogo sem espinhas
Tu querias perceber os pássaros
Voar como o Jardel sobre os centrais
Saber por que dão seda os casulos
Mas isso já eram sonhos a mais
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Músicas flauta 6.º Ano
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Alteração tímbrica
O timbre dos instrumentos pode ser alteração, de maneira a produzir um efeito diferente. O seguinte vídeo mostra a alteração tímbrica que 3 diferentes tipos de surdinas produzem no trompete:
Outra forma de alterar o tibre dos instrumentos é, no caso do violino, tocar com os dedos em vez de um arco. A essa técnica chama-se "pizzicato". Segue o link para a "Polka Pizzicato", de Strauss. Vale a pena!
http://br.youtube.com/watch?v=U5KRqc7Hud4
Outra forma de alterar o tibre dos instrumentos é, no caso do violino, tocar com os dedos em vez de um arco. A essa técnica chama-se "pizzicato". Segue o link para a "Polka Pizzicato", de Strauss. Vale a pena!
http://br.youtube.com/watch?v=U5KRqc7Hud4
Realce tímbrico
Repara como o timbre do violoncelo e o timbre da flauta de pã são realçados, entre os demais instrumentos que os acompanham:
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Monorritmia e Polirritmia
Repara como os Stomp executam o mesmo ritmo em simultâneo. Trata-se de Monorritmia:
Repara como, aos fim de alguns segundos, os Stomp executam vários ritmos ao mesmo tempo. Trata-se de Polirritmia:
Repara como, aos fim de alguns segundos, os Stomp executam vários ritmos ao mesmo tempo. Trata-se de Polirritmia:
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Polifonia
Uma obra musical polifónica é aquela em que várias melodias se sobrepõem.
Vejam e ouçam um excerto do Requiem à Memória de Camões, da autoria do famoso compositor português oitocentista, João Domingos Bomtempo.
Quem descobre primeiro: Quando viveu Bomtempo? Era um compositor clássico ou barroco? Quem reinava em Portugal, na época? O que é um Requiem?
Vejam e ouçam um excerto do Requiem à Memória de Camões, da autoria do famoso compositor português oitocentista, João Domingos Bomtempo.
Quem descobre primeiro: Quando viveu Bomtempo? Era um compositor clássico ou barroco? Quem reinava em Portugal, na época? O que é um Requiem?
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