PEQUENOS MÚSICOS - Prof.ª Carla Nunes

Blogue de apoio às aulas de Educação Musical de 2.º Ciclo e de 3.º Ciclo

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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Música na Idade Média (Música medieval)

"Mandad-ei comigo", uma Cantiga de Amigo do trovador Martin Codax interpretada pelo grupo de música antiga Martin Codax:



Grupo de Música Medieval numa Feira:


Canto gregoriano:

A Orquestra Sinfónica

Observa o seguinte vídeo, onde a Orquestra Filarmónica de Berlim interpreta o 1.º andamento da 5.ª Sinfonia de Beethoven. Como estão dispostas as famílias de instrumentos? Como se comportam os músicos, em palco? Qual é a relação ente os gestos do maestro Daniel Barenboim e a forma como os músicos tocam?

domingo, 26 de abril de 2009

Senhas musicais da Revolução de 25 de Abril de 1974

A canção " E depois do Adeus ", interpretada por Paulo de Carvalho e vencedora do Festival da Canção desse ano, marcou o início das operações militares da Revolução de 25 de Abril de 1974:



Grândola vila Morena, uma canção da autoria de Zeca Afonso, foi a segunda senha do MFA e tornou-se o grande hino desse dia:

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O Compositor, o Intérprete e o Maestro

O Compositor

O compositor pode ser considerado como uma espécie de artesão cujo material de trabalho são os sons e os silêncios. É ele que os molda e organiza de tal forma que consegue criar uma harmoniosa teia de ligações sonoras, a que damos o nome de partituras. Estas partituras podem ser compostas para orquestras ou, pelo contrário, apenas para um intérprete.
O trabalho do compositor é feito sempre com uma grande sensibilidade. Esse trabalho está normalmente sujeito a uma série de regras que fazem parte da linguagem musical.

O Intérprete

O intérprete é a pessoa que toca ou canta a obra musical composta.
Este acto exige um grande trabalho de preparação, tanto ao nível técnico, ou seja, ao nível da execução do que está escrito na pauta, como ainda ao nível da sensibilidade do intérprete, para que o espírito que o compositor pretendeu transmitir seja totalmente respeitado.
Costuma dizer-se que os grandes intérpretes são aqueles que sentem a obra musical que executam como se tivessem sido eles a compô-la.
Por vezes, os intérpretes são também os compositores das suas obras. Por isso, são chamados de compositores - intérpretes.

O Maestro

Antigamente a palavra maestro era um título dado aos compositores e aos professores célebres.
Hoje em dia, o maestro é o responsável pela orquestra, ou seja, é a pessoa que dirige todos os intérpretes. Por essa razão a sua actividade é de enorme importância exigindo, por isso, um grande trabalho de preparação e um profundo conhecimento de toda a partitura.
O maestro trabalha em cima de um estrado de modo a que possa ser visto por todos os músicos. O único material que usa é a batuta, com a qual vai dando sinais que indicam aos intérpretes o momento exacto em que devem tocar.

Melodia e Harmonia

Melodia

Podemos definir a melodia como um conjunto de sons que se sucedem com maior ou menor distância entre si.
Quando se pensa em música, normalmente pensa-se logo em melodia.
De certo modo, melodia e música são quase a mesma coisa.
De facto, o que é a música senão um conjunto de sons que mudam e que se movem no tempo? Isto é também, praticamente, uma definição de melodia; uma série de notas que se movem no tempo, umas a seguir às outras. Assim, a melodia é o lado 'cantante" da música, da mesma maneira que o ritmo é o lado "dançante" dessa mesma música.

Harmonia

De uma forma geral, a harmonia é o aspecto “vertical” da música, tendo a ver sobretudo com a combinação simultânea de dois ou mais sons (duas ou mais notas ao mesmo tempo). Assim, numa partitura com várias pautas podemos ver as notas que ficam por debaixo umas das outras. Quando as ouvimos soar ao mesmo tempo, ficamos com a ideia de harmonia.

Ataque, corpo e queda do som

Como sabes, o som propaga-se por ondas através da matéria, quer seja sólida, líquida ou gasosa. Nesta propagação, o som não é sempre constante. Na realidade, ele passa por três fases distintas: ataque, corpo e queda do som.

Ataque - A maneira como se produz o som.
Corpo - A duração do som.
Queda - A forma como desaparece.

Vejamos um exemplo prático que te permita perceber mais facilmente estas fases. Quando estás a tocar um instrumento, por exemplo um xilofone, começas por bater com a baqueta numa das lâminas. Esse é o momento a que chamamos ataque.
Seguidamente ouves o som que produziste, que pode ter uma duração variável. A esse período de tempo chamamos corpo do som.
Finalmente o som que produziste começa a diminuir, até desaparecer totalmente. E a este momento que chamamos de queda do som.