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segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

II Festival de Escolas do Alentejo

O II Festival de Escolas do Alentejo realizar-se-á no Coliseu José Rondão de Almeida, em Elvas, no dia 29 de Maio de 2010, a partir das 15h00.

À semelhança do ano passado, este evento pretende ser uma mostra do trabalho desenvolvido nas aulas de Ensino da Música (como Actividade de Enriquecimento Curricular) e de Educação Musical do 2.º ciclo, ao longo do presente ano lectivo.

Para a realização deste projecto, as escolas participantes deverão, à semelhança do ano anterior, preparar uma actividade da sua autoria, numa das áreas envolvidas, com a duração máxima de 5 minutos.

O culminar deste dia de actividades será um concerto conjunto para apresentação de cinco obras, interpretadas pelos alunos participantes e pela Orquestra Filarmónica Juvenil da Associação Regional de Bandas Filarmónicas "Além Tejo Música".

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Loucos de Lisboa - Flauta

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Loucos de Lisboa

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Cifra de "Não me mintas"

terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

Fichas de avaliação 2.º Período

4 de Março - 6.º C
12 de Março - 6.º A; 6.º B e 6.º D

Matéria de 6.º Ano
Páginas do manual: 30; 34-35; 37; 40; 42; 44-45; 46-48; 51-53
Conteúdos: Legato e staccato; pontilhismo tímbrico; o ponto de aumentação; a síncopa; Escala diatónica de Dó Maior; Tom e meio-tom; Escala diatónica de Fá Maior; armação de clave, os acidentes (sustenido, bemol e bequadro);Cordofones do Mundo; o cânone; alteração tímbrica; ritmos assimétricos; tercina.

8 de Março - 5.º E
Matéria de 5.º Ano
Páginas do manual: 40-42; 45-49; 54-56; 59-61; 65-67;
Conteúdos: A Música Tradicional Portuguesa; A orquestra clássica; música vocal e instrumental; ostinato rítmico e melódico; a mínima e a sua pausa; a semibreve e a sua pausa; accelerando e ritardando; a escala pentatónica; piano, meio-forte e forte; crescendo e diminuendo; forma ternária e forma Rondó.

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Músicas do Cinema . Praticar na flauta

Este vídeo foi realizado por uma colega minha, que também é professora de Educação Musical, e encotra-se no Youtube.
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domingo, 24 de Janeiro de 2010

Enciclopédia da Música em Portugal no séc. XX

Esta Enciclopédia vai estar brevemente disponível para consulta na nossa Biblioteca Escolar, pois consiste num recurso preciosíssimo para a realização de trabalhos de pesquisa. Contém informação que, além de ser de carácter científico, não poderá ser encontrada na Internet.





É com muito orgulho que partilho convosco notícias sobre a edição desta Enciclopédia, pois sou uma das 150 pessoas que trabalharam na sua redacção e elaboração.

Artigo retirado na p. 29 da revista Ípsilon de 22 de Janeiro de 2010.

A Profa. Dra. Salwa Castelo-Branco

Salwa Castelo-Branco é professora catedrática na Universidade Nova de Lisboa. Foi minha professora e orientadora de Mestado e é, também, minha orientadora de Doutoramento.

É a etnomusicóloga mais proeminente em Portugal e o seu mérito é reconhecido mundialmente, entre a comunidade académica.

É a Coordenadora da Enciclopédia da Música em Portugal no séc XX, cujo lançamento teve lugar no passado dia 21.



Artigo retirado da p. 31 da Revista Ípsilon de 22 de Janeiro de 2010.

Aula ao 8.º A

Vou publicar alguns vídeos e fotografias das nossas aulas, agora que a mudança de turno se aproxima.

Partitura de "Não me mintas"

Além de estar no Moodle da Escola, coloco-a também aqui.

sábado, 23 de Janeiro de 2010

VI Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo


A 23 de Janeiro, pelas 21:30, na Igreja Matriz de Santiago do Cacém tem lugar o Concerto de Abertura do 6.º Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo.

"Terras sem Sombra" é o nome deste primeiro concerto que terá como protagonistas Jordi Savall e Pedro Estevan.

Num diálogo entre Músicas Antigas e Músicas do Mundo, Jordi Savall com lira de arco, rebab e vièle e Pedro Estevan na percussão interpretarão composições de outros tempos que passam pela Turquia, Jerusalém, Itália, Argélia, Galiza, Alexandria e Afonso X, o Sábio da vizinha Espanha.

Ouvir músicas do Oriente e do Ocidente não é uma experiência comum. Trata-se de um diálogo entre peças instrumentais da antiga Espanha cristã, judaica e muçulmana, e da Itália medieval e as de Marrocos, Israel, Pérsia, Afeganistão, assim como do antigo Império Otomano.

Trata-se de um conjunto de peças reunidas por Jordi Savall, e ouvi-las não é uma experiência comum porque, para lá da emoção estética há ainda um sentimento mais intenso: o de se comunicar, por encantamento, com uma humanidade reconciliada.

Será que esta perdeu parte da sua alma na segunda metade do século XV, após a morte simultânea de Sefarad e do al-Andalus, quarenta anos após a queda de Bizâncio?

Numa nota da produção lê-se que entre Oriente e Ocidente, as pontes mentais e espirituais foram destruídas e não voltaram a erguer-se. O Mediterrâneo deixou de ser um mar fértil situado no centro do nosso universo cultural para se tornar apenas um campo de batalha e uma barreira.

Actualmente este mar comum é o lugar onde se ergue a Muralha invisível que divide o planeta entre um Norte apavorado e um Sul desesperado – e entre comunidades planetárias que se habituaram a desconfiar do "Outro" e a demarcar-se dele.

O mundo árabe e o mundo judaico parecem ter-se esquecido da sua fecunda fraternidade de outrora. O Oriente muçulmano e o Ocidente de tradição cristã parecem enclausurados num confronto sem saída.

Para devolver à nossa humanidade desnorteada alguns sinais de esperança, torna-se necessário ir muito além de um diálogo de culturas e de credos, avançando em direcção a um diálogo de almas. Esta constitui, no início do século XXI, a missão insubstituível da Arte.

E é precisamente isso que se experimenta ao ouvir estas admiráveis músicas vindas de épocas e terras diversas. Muitas vezes descobre-se, ou redescobre-se, que civilizações que nos pareciam distantes umas das outras, ou até mesmo inimigas, estão surpreendentemente próximas e são cúmplices entre si.

No decurso desta viagem no tempo e no espaço, perguntamo-nos, a cada momento, se os conflitos a que estamos acostumados não são afinal enganadores e se a verdade dos homens e das culturas não reside sobretudo neste diálogo de instrumentos, de acordes, de cadências, de gestos e de sopros. Cresce então em nós um sentimento de felicidade profunda, nascido de um acto de fé: a diversidade não tem que ser forçosamente um prelúdio da adversidade; as nossas culturas não estão delimitadas por fronteiras estanques, o nosso mundo não está condenado a fracturas sem fim e pode ser salvo… Não é esta afinal, desde o início da aventura humana, a razão primeira da Arte?(Amin Maloouf)

Jordi Savall i Bernadet ocupa um lugar de excepção no actual universo da música.

Há trinta anos que dá a conhecer ao mundo maravilhosos fenómenos musicais abandonados na obscuridade e na indiferença, que, dia após dia, lê, estuda e interpreta, na sua viola da gamba ou como maestro.

Através dos três ensembles musicais fundados com Monserrat Figueras, o Hespèrion, La Capella Real de Catalunya e o Le Concert des Nations, os dois intérpretes criaram um universo repleto de emoções e de beleza, dádiva para todos os apaixonados pela música.

No mundo, todos os reconhecem, através dos seus concertos e das suas produções discográficas, como os principais defensores de tanta música esquecida.

Pedro Estevan

Pedro Estevan estudou percussão no Conservatório Superior de Música de Madrid e em Aix-en-Provence, onde frequentou o Curso de Percussão Contemporânea e Africana com o senegalês Doudou Ndiaye Rose.

Estudou também a técnica de hand drums com Glen Velez. Foi membro fundador da Orquestra de lass Nubes e do Grupo de Percusión de Madrid. Colaborou com diversas orquestras de prestígio.

Gravou para muitas estações de rádio e de televisão e participou em mais de uma centena de discos, alguns dos quais de sua produção, como Nocturnos y Aleivosias y El Aroma del Tiempo, e participou no disco de Paul Winter que obteve um Grammy em 1993.

Lecciona Percussão Histórica na Escola Superior de Música da Catalunha.

O 6º Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo, "Terra sem Sombras" tem início a 23 de Janeiro em Santiago do Cacém mas prolonga-se até 8 de Maio do corrente ano com um concerto de encerramento que desta vez terá lugar em Grândola na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção.

Zita Ferreira Braga
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Publicada por Fábrica dos Blogs

http://fabricadosblogs.blogspot.com/2010/01/savall-abre-festival-de-musica-sacra-do.html

sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

The Dubliners - Molly Malone

Atenção, 6.º A e 6.º B! Articulação entre Inglês e Educação Musical! Get ready!



quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010

Button Beats

Aqui têm O Button Beats para treinarem em casa, usando o teclado do computador.


ButtonBeats.com

segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

Instrumentos musicais medievais


Flauta recta – As flautas rectas englobam as flautas doces (flauta de oito furos, um deles na parte posterior, destinado ao polegar) e as flautas de seis furos com agudos feitos através de harmónicos, já que não possuem o furo posterior. A flauta recta era um instrumento de som suave e grave, que de distinguia de outros instrumentos agudos, tais como as bombardas.

Flauta transversal – Presente em Bizâncio pelo menos desde o século XI, é pela primeira vez representada no manuscrito d’Herrade de Landsberg. Os estudiosos dos instrumentos do período afirma unanimemente que a flauta transversal, bem como as flautas rectas, tinham um formato cilíndrico.

Cornamusa – Era um instrumento de sopro dotado de palheta dupla e inserido num reservatório de pele hermético (odre ou saco). O ar entrava no odre através de um tubo superior, com uma válvula para impedir o seu retorno. Na Idade Média este instrumento podia ou não ter um bordão. Era, portanto, semelhante à gaita-de-foles.

Viela de arco – Os instrumentos de cordas friccionadas da Idade Média (vièle, fiddle, giga, lira...) começaram a ser utilizados no século X, quando o arco surgiu na Europa (introduzido provavelmente pelos árabes). A viela de arco pode ter diversas formas bastante diversas e apresenta normalmente 3 a 5 cordas. Pode ser tocada apoiada no ombro ou no joelho.

Viela de roda – ou symphonia. É uma espécie de viela em que o arco é substituído por uma roda, que fricciona as cordas sob a ação de uma manivela. As cordas são encurtadas não directamente pelos dedos, mas através de um teclado. Este instrumento pertence ao folclore desde o século XVII. É semelhante à sanfona.

Alaúde – O alaúde, tal como foi celebrizado no Renascencimento, só foi introduzido na Europa no século XII, pelos mouros. Na altura, o seu nome árabe era (al’ud, que se tornou laud em Espanha e depois luth, em França). No fim do século XIV, o alaúde adquiriu aspecto característico, com a caixa de ressonância periforme (em forma de pêra), feita de lados de madeira de sicónomoro e o cravelhal curvado para trás.

Harpa – As harpas são reconhecidas por sua forma aproximadamente triangular e pelas cordas de comprimentos desiguais estendidas num plano perpendicular ao corpo sonoro. As cordas são presas por cravelhas, que podem variar de sete a vinte e cinco. A pequena harpa portátil veio da Irlanda, com a chegada dos monges irlandeses. A harpa figura no emblema heráldico deste país.


Percussão – Antes do século XII, os instrumentos de percussão existentes eram os conjuntos de sinos (cymbala), tocados nos mosteiros. A partir dessa altura, apareceram na Europa os tambores de dois couros, o pequeno tambor com armação, que por vezes tinha soalhas (actual pandeireta de pele) e os címbalos de dedos (crótalos), provavelmente provindos do Oriente

Flauta e tambor - O executante de flauta e tambor chamavam-se taborin (é o actual tamborileiro). A flauta tinha 3 furos e era tocada com uma das mãos, enquanto a outra tocava o tambor, preso no ombro ou debaixo do braço. Este músico animava todas as danças e festividades e alcançou o seu auge entre os séculos XV e XVI. Ainda hoje existem tamborileiros no Sul de França, no País Basco e em Portugal (Trás-os-Montes e Barrancos).

Flauta dupla – Os instrumentos de sopro duplos são conhecidos desde a Antiguidade. A flauta dupla foi um instrumento bastante utilizado, que só viria a desaparecer no século XVI.

Rabeca – A rabeca é um instrumento de cordas friccionadas com caixa monóxila, isto é, escavada em uma só peça de madeira. As formas variavam entre as ovais, elípticas ou retangulares. De proporções menores do que a viela de arco tem um som agudo e penetrante. É semelhante ao actual violino. No Minho, ainda existe a rabeca chuleira, um instrumento tradicional.

Saltério - O saltério foi pintado no século XII, numa escultura da catedral de Santiago de Compostela. Neste instrumento, as cordas são estendidas em todo o seu comprimento acima da caixa de ressonância, ao contrário do princípio da harpa. Para tocá-lo, beliscam-se as cordas com os dedos ou com um plectro.

Organetto – Também chamado portativo (porque podia ser transportado pelo executante). Bizâncio foi o primeiro centro de construção de órgãos da Idade Média.

Referências bibliográfica:
http://www.atempo.com.br/atempo-instrumentos.html

Instrumento musical pré-histórico, com 4000 anos!

Arqueólogos encontram instrumento musical de 4.000 anos

(Este artigo está conforme o original e encontra-se redigido em Português na variante brasileira)

'Arqueólogos encontraram na Irlanda um instrumento musical que acreditam ter sido usado há mais de 4.000 anos por homens pré-históricos. Não bastasse, eles ainda conseguiram tocar algumas notas do que pode ser o mais velho instrumento musical de madeira já descoberto.

Composto por seis tubos que não estavam mais juntos, o instrumento foi descoberto durante escavações para a construção de um conjunto residencial na cidade costeira de Greystones, ao sul de Dublin.

"É uma descoberta incrível. Eles foram preservados porque estavam em uma parte baixa e úmida do local", disse Bernice Molloy, arqueóloga que participou do trabalho.

Os tubos de madeira, medindo de 30 cm a 50 cm de comprimento tinham um estreitamento no final, mas não possuíam perfurações. Mesmo assim, os cientistas conseguiram tocar uma série de notas musicais, incluindo mi bemol, lá bemol e fá.

De acordo com Margaret Gowen, proprietária da consultoria arqueológica responsável pela descoberta, o instrumento parece ser, pelo menos, mil anos mais velho que qualquer outro que ela diz ter notícia na Europa.

"Há um artefato chinês datado de 1.500 a.C. que sugere um instrumento musical, mas é mais uma ilustração que um instrumento", diz Gowen.

Segundo a especialista, uma flauta sofisticada de 2.000 anos já foi encontrada na Hungria. Além disso, também na Irlanda, já foram escavados instrumentos musicais feitos de ossos, incluindo flautas simples e apitos de mais de mil anos.

Original em http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/instrumentos/flauta_antiga.htm
Publicado em: Folha Online - 11/05/2004