domingo, 24 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Instrumentos musicais medievais

Flauta recta – As flautas rectas englobam as flautas doces (flauta de oito furos, um deles na parte posterior, destinado ao polegar) e as flautas de seis furos com agudos feitos através de harmónicos, já que não possuem o furo posterior. A flauta recta era um instrumento de som suave e grave, que de distinguia de outros instrumentos agudos, tais como as bombardas.
Flauta transversal – Presente em Bizâncio pelo menos desde o século XI, é pela primeira vez representada no manuscrito d’Herrade de Landsberg. Os estudiosos dos instrumentos do período afirma unanimemente que a flauta transversal, bem como as flautas rectas, tinham um formato cilíndrico.
Cornamusa – Era um instrumento de sopro dotado de palheta dupla e inserido num reservatório de pele hermético (odre ou saco). O ar entrava no odre através de um tubo superior, com uma válvula para impedir o seu retorno. Na Idade Média este instrumento podia ou não ter um bordão. Era, portanto, semelhante à gaita-de-foles.
Viela de arco – Os instrumentos de cordas friccionadas da Idade Média (vièle, fiddle, giga, lira...) começaram a ser utilizados no século X, quando o arco surgiu na Europa (introduzido provavelmente pelos árabes). A viela de arco pode ter diversas formas bastante diversas e apresenta normalmente 3 a 5 cordas. Pode ser tocada apoiada no ombro ou no joelho.
Viela de roda – ou symphonia. É uma espécie de viela em que o arco é substituído por uma roda, que fricciona as cordas sob a ação de uma manivela. As cordas são encurtadas não directamente pelos dedos, mas através de um teclado. Este instrumento pertence ao folclore desde o século XVII. É semelhante à sanfona.
Alaúde – O alaúde, tal como foi celebrizado no Renascencimento, só foi introduzido na Europa no século XII, pelos mouros. Na altura, o seu nome árabe era (al’ud, que se tornou laud em Espanha e depois luth, em França). No fim do século XIV, o alaúde adquiriu aspecto característico, com a caixa de ressonância periforme (em forma de pêra), feita de lados de madeira de sicónomoro e o cravelhal curvado para trás.
Harpa – As harpas são reconhecidas por sua forma aproximadamente triangular e pelas cordas de comprimentos desiguais estendidas num plano perpendicular ao corpo sonoro. As cordas são presas por cravelhas, que podem variar de sete a vinte e cinco. A pequena harpa portátil veio da Irlanda, com a chegada dos monges irlandeses. A harpa figura no emblema heráldico deste país.
Percussão – Antes do século XII, os instrumentos de percussão existentes eram os conjuntos de sinos (cymbala), tocados nos mosteiros. A partir dessa altura, apareceram na Europa os tambores de dois couros, o pequeno tambor com armação, que por vezes tinha soalhas (actual pandeireta de pele) e os címbalos de dedos (crótalos), provavelmente provindos do Oriente
Flauta e tambor - O executante de flauta e tambor chamavam-se taborin (é o actual tamborileiro). A flauta tinha 3 furos e era tocada com uma das mãos, enquanto a outra tocava o tambor, preso no ombro ou debaixo do braço. Este músico animava todas as danças e festividades e alcançou o seu auge entre os séculos XV e XVI. Ainda hoje existem tamborileiros no Sul de França, no País Basco e em Portugal (Trás-os-Montes e Barrancos).
Flauta dupla – Os instrumentos de sopro duplos são conhecidos desde a Antiguidade. A flauta dupla foi um instrumento bastante utilizado, que só viria a desaparecer no século XVI.
Rabeca – A rabeca é um instrumento de cordas friccionadas com caixa monóxila, isto é, escavada em uma só peça de madeira. As formas variavam entre as ovais, elípticas ou retangulares. De proporções menores do que a viela de arco tem um som agudo e penetrante. É semelhante ao actual violino. No Minho, ainda existe a rabeca chuleira, um instrumento tradicional.
Saltério - O saltério foi pintado no século XII, numa escultura da catedral de Santiago de Compostela. Neste instrumento, as cordas são estendidas em todo o seu comprimento acima da caixa de ressonância, ao contrário do princípio da harpa. Para tocá-lo, beliscam-se as cordas com os dedos ou com um plectro.
Organetto – Também chamado portativo (porque podia ser transportado pelo executante). Bizâncio foi o primeiro centro de construção de órgãos da Idade Média.
Referências bibliográfica:
http://www.atempo.com.br/atempo-instrumentos.html
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História da Música
Instrumento musical pré-histórico, com 4000 anos!
Arqueólogos encontram instrumento musical de 4.000 anos
(Este artigo está conforme o original e encontra-se redigido em Português na variante brasileira)
'Arqueólogos encontraram na Irlanda um instrumento musical que acreditam ter sido usado há mais de 4.000 anos por homens pré-históricos. Não bastasse, eles ainda conseguiram tocar algumas notas do que pode ser o mais velho instrumento musical de madeira já descoberto.
Composto por seis tubos que não estavam mais juntos, o instrumento foi descoberto durante escavações para a construção de um conjunto residencial na cidade costeira de Greystones, ao sul de Dublin.
"É uma descoberta incrível. Eles foram preservados porque estavam em uma parte baixa e úmida do local", disse Bernice Molloy, arqueóloga que participou do trabalho.
Os tubos de madeira, medindo de 30 cm a 50 cm de comprimento tinham um estreitamento no final, mas não possuíam perfurações. Mesmo assim, os cientistas conseguiram tocar uma série de notas musicais, incluindo mi bemol, lá bemol e fá.
De acordo com Margaret Gowen, proprietária da consultoria arqueológica responsável pela descoberta, o instrumento parece ser, pelo menos, mil anos mais velho que qualquer outro que ela diz ter notícia na Europa.
"Há um artefato chinês datado de 1.500 a.C. que sugere um instrumento musical, mas é mais uma ilustração que um instrumento", diz Gowen.
Segundo a especialista, uma flauta sofisticada de 2.000 anos já foi encontrada na Hungria. Além disso, também na Irlanda, já foram escavados instrumentos musicais feitos de ossos, incluindo flautas simples e apitos de mais de mil anos.
Original em http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/instrumentos/flauta_antiga.htm
Publicado em: Folha Online - 11/05/2004
(Este artigo está conforme o original e encontra-se redigido em Português na variante brasileira)
'Arqueólogos encontraram na Irlanda um instrumento musical que acreditam ter sido usado há mais de 4.000 anos por homens pré-históricos. Não bastasse, eles ainda conseguiram tocar algumas notas do que pode ser o mais velho instrumento musical de madeira já descoberto.
Composto por seis tubos que não estavam mais juntos, o instrumento foi descoberto durante escavações para a construção de um conjunto residencial na cidade costeira de Greystones, ao sul de Dublin.
"É uma descoberta incrível. Eles foram preservados porque estavam em uma parte baixa e úmida do local", disse Bernice Molloy, arqueóloga que participou do trabalho.
Os tubos de madeira, medindo de 30 cm a 50 cm de comprimento tinham um estreitamento no final, mas não possuíam perfurações. Mesmo assim, os cientistas conseguiram tocar uma série de notas musicais, incluindo mi bemol, lá bemol e fá.
De acordo com Margaret Gowen, proprietária da consultoria arqueológica responsável pela descoberta, o instrumento parece ser, pelo menos, mil anos mais velho que qualquer outro que ela diz ter notícia na Europa.
"Há um artefato chinês datado de 1.500 a.C. que sugere um instrumento musical, mas é mais uma ilustração que um instrumento", diz Gowen.
Segundo a especialista, uma flauta sofisticada de 2.000 anos já foi encontrada na Hungria. Além disso, também na Irlanda, já foram escavados instrumentos musicais feitos de ossos, incluindo flautas simples e apitos de mais de mil anos.
Original em http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/instrumentos/flauta_antiga.htm
Publicado em: Folha Online - 11/05/2004
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História da Música
domingo, 17 de janeiro de 2010
Lançamento da Enciclopédia da Música em Portugal no séc. XX
Após 10 anos de investigação, saiu a Enciclopédia da Música em Portugal no séc. XX, uma obra científica da responsabilidade do Instituto Nacional de Etnomusicologia, coordenada pela Profa. Dra. Salwa Castelo-Branco.






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Notícias
Próximas actividades
Actividade "Músicas do Cinema"
Execução musical, no átrio da Biblioteca de Santo André, de algumas obras musicais celebrizadas através de filmes. A saber:
My heart will go on - Filme americano "Titanic"
Não me mintas - Filme português "Jaime"
Turmas envolvidas: 6.º A; 8.º A e 8.º B (1.ºs turnos)
As turmas 5.º E; 6.º B; 6.º C e 6.º D farão a sua actuação noutro espaço, ainda a confimar.
Actividade "O Detective Musical"
Trabalho de pesquisa que apenas poderá ser realizado na Biblioteca Escolar e que consiste em encontrar, nos livros disponíveis, respostas às questões colocadas pela professora, sem recorrer à Internet :-)
Execução musical, no átrio da Biblioteca de Santo André, de algumas obras musicais celebrizadas através de filmes. A saber:
My heart will go on - Filme americano "Titanic"
Não me mintas - Filme português "Jaime"
Turmas envolvidas: 6.º A; 8.º A e 8.º B (1.ºs turnos)
As turmas 5.º E; 6.º B; 6.º C e 6.º D farão a sua actuação noutro espaço, ainda a confimar.
Actividade "O Detective Musical"
Trabalho de pesquisa que apenas poderá ser realizado na Biblioteca Escolar e que consiste em encontrar, nos livros disponíveis, respostas às questões colocadas pela professora, sem recorrer à Internet :-)
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Actividades
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Os nossos Instrumentos Musicais da Banda Pop-Rock
A nossa sala de aula está a ficar equipada com os instrumentos musicais que pertencem a um dos agrupamentos musicais mais apreciados e utilizados na actualidade: A Banda Pop-Rock.
Trata-se da guitarra eléctrica, do baixo eléctrico (ou viola baixo), da bateria e do sintetizador. O sintetizador é um electrofone de teclas, com muito mais funcionalidades do que um simples órgão electrónico. Ainda não o conseguimos adquirir, mas havemos de fazê-lo.

Outro instrumento fundamental em qualquer Banda Pop-Rock é a VOZ.
Felizmente, vozes não nos faltam!
Essencialmente, estes instrumentos destinam-se às turmas de 3.º Ciclo. No entanto, sempre que as professoras o entenderem, poderão utilizá-los nas aulas de 2.º ciclo, se as características e o comportamento dos alunos assim o permitirem.
A utilização dos novos instrumentos está também sujeita a um regulamento, que será divulgado brevemente.
Trata-se da guitarra eléctrica, do baixo eléctrico (ou viola baixo), da bateria e do sintetizador. O sintetizador é um electrofone de teclas, com muito mais funcionalidades do que um simples órgão electrónico. Ainda não o conseguimos adquirir, mas havemos de fazê-lo.

Outro instrumento fundamental em qualquer Banda Pop-Rock é a VOZ.
Felizmente, vozes não nos faltam!
Essencialmente, estes instrumentos destinam-se às turmas de 3.º Ciclo. No entanto, sempre que as professoras o entenderem, poderão utilizá-los nas aulas de 2.º ciclo, se as características e o comportamento dos alunos assim o permitirem.
A utilização dos novos instrumentos está também sujeita a um regulamento, que será divulgado brevemente.
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Pop Rock,
Progressos
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Novas aquisições V - Ukulele
Eis uma fotografia do nosso ukulele, um instrumento havaiano que é descendente do cavaquinho!

Na viragem do séc. XIX para o séc. XX, muitos portugueses provenientes da Madeira e dos Açores emigraram para a Ilha do Havai, em navios de bandeira britânica. Iam trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar, procurando melhores condições de vida. A decadência do império português, bem como a infestação das videiras da Madeira por um fungo que destuiu as plantações, terão estado na origem desta procura de melhores condições de vida noutro país.
Os madeirenses levaram consigo a braguinha e o cavaquinho. Este último agradou bastante aos havaianos, que o incorporaram nas suas práticas musicais. 'Ukulele (lê-se ukulêle) significa "pulga saltitante".
Fonte consultada:
http://www.interney.net/blogs/malla/2009/02/15/ukulele/

Na viragem do séc. XIX para o séc. XX, muitos portugueses provenientes da Madeira e dos Açores emigraram para a Ilha do Havai, em navios de bandeira britânica. Iam trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar, procurando melhores condições de vida. A decadência do império português, bem como a infestação das videiras da Madeira por um fungo que destuiu as plantações, terão estado na origem desta procura de melhores condições de vida noutro país.
Os madeirenses levaram consigo a braguinha e o cavaquinho. Este último agradou bastante aos havaianos, que o incorporaram nas suas práticas musicais. 'Ukulele (lê-se ukulêle) significa "pulga saltitante".
Fonte consultada:
http://www.interney.net/blogs/malla/2009/02/15/ukulele/
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Progressos
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Novas aquisições IV - Bateria acústica
Atenção, alunos com problemas de coração! É melhor lerem com calma ;-)
Segue-se uma foto da nossa nova bateria, financiada pela Direcção Executiva da Escola, que será montada na sala 30, para a semana. A fotografia mostra a bateria quando ainda estava na montra.

A seguinte fotografia, que retirei do site http://mckenzieministries.com/drums2.jpg, mostra uma bateria igual à nossa, depois de montada:
Segue-se uma foto da nossa nova bateria, financiada pela Direcção Executiva da Escola, que será montada na sala 30, para a semana. A fotografia mostra a bateria quando ainda estava na montra.

A seguinte fotografia, que retirei do site http://mckenzieministries.com/drums2.jpg, mostra uma bateria igual à nossa, depois de montada:
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Novas aquisições III - Baixo eléctrico
Publico fotografia da caixa onde está o nosso novo baixo eléctrico Fender Squire, com combo, forra, correia, afinador, cabo e todos os demais acessários.
É mesmo vermelho, como está na caixa!
ESTE INSTRUMENTO FOI FINANCIADO PELA DIRECÇÃO EXECUTIVA DA ESCOLA
É mesmo vermelho, como está na caixa!
ESTE INSTRUMENTO FOI FINANCIADO PELA DIRECÇÃO EXECUTIVA DA ESCOLA
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Progressos
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Novas aquisições II - Guitarra eléctrica
A pedido de vários alunos, aqui está uma fotografia da nossa nova guitarra eléctrica!
Esta guitarra foi adquirida com o dinheiro proveniente da venda dos DVDs da Visita de Estudo a Évora, feita pelo 5.º E e pelos 8.ºs A e B, no dia 28 de Outubro!
Esta guitarra foi adquirida com o dinheiro proveniente da venda dos DVDs da Visita de Estudo a Évora, feita pelo 5.º E e pelos 8.ºs A e B, no dia 28 de Outubro!
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Progressos
Novas aquisições I - Livros
Estes são os dois livros que comprei, para utilizarmos com os novos instrumentos! Cada um deles traz um CD com exercícios e músicas! Vou colocá-los no moodle da escola, para que todos os possam consultar.
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domingo, 20 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
AVALIAÇÃO DOS TRABALHOS DE PESQUISA
As instruções para a realização dos trabalhos de pesquisa, bem como as características dos mesmos, foram dadas a conhecer nas aulas de Educação Musical e encontram-se aqui no blogue. A todos os alunos foi dada oportunidade de copiar as instruções para o caderno diário. A classificação atribuída situa-se entre o Muito Fraco e o Muito Bom.
Junto à classificação, cada aluno encontrará um conjunto de números e letras. Por exemplo: Muito Bom 1 3 4 K ou Não Satisfaz A B E1 H Os números e letras têm uma finalidade formativa, devendo ser interpretados como uma orientação, para que os alunos compreendam o que valorizou e/ou desvalorizou os seus trabalhos e possam fazer melhor, da próxima vez.
Legenda dos aspectos desvalorizadores do trabalho (letras)
A - Falta de Introdução;
B – Irrelevância da informação contida no texto;
C - Imagens desadequadas ao conteúdo do texto;
D - Frases riscadas ou apagadas a corrector (no caso de trabalhos escritos à mão);
E – Falta de qualidade da expressão escrita;
E 1 - Existência de erros ortográficos e de sintaxe;
E 2 - Existência de palavras e expressões desadequadas;
E 3 – Grafia em Português na variante brasileira;
E 4 – Texto não tratado, proveniente de traduções informáticas de má qualidade;
E 5 - Texto demasiado curto, com informação insuficiente;
F - Informação igual à da fonte consultada, sem ter sido resumida pelo aluno (plágio propositado ou inadvertido)
G - Existência de links ou de URLs, sem ser na Bibliografia
H - Falta de Conclusão
I – Bibliografia incompleta ou imprecisa
J – Bibliografia inexistente
K– Falta de identificação do autor do trabalho
Legenda dos aspectos valorizadores do trabalho (números)
1 - A selecção de um tema ponderado pelo aluno e do seu efectivo interesse pessoal;
2 – A consulta de mais do que uma fonte;
3 - A consulta de livros fiáveis;
4 – A qualidade do resumo de toda a informação recolhida;
5 - A inserção de texto da autoria do aluno (opinião, experiência pessoal, articulação com a matéria aprendida nas aulas, etc.);
6 – O seguimento das normas para a elaboração de referências bibliográficas;
7 - A relação harmoniosa entre todos os elementos do trabalho, desde o título até à identificação do aluno;
A letra F corresponde directamente à classificação de Muito Fraco, sempre que aplicável a todo o trabalho.
Junto à classificação, cada aluno encontrará um conjunto de números e letras. Por exemplo: Muito Bom 1 3 4 K ou Não Satisfaz A B E1 H Os números e letras têm uma finalidade formativa, devendo ser interpretados como uma orientação, para que os alunos compreendam o que valorizou e/ou desvalorizou os seus trabalhos e possam fazer melhor, da próxima vez.
Legenda dos aspectos desvalorizadores do trabalho (letras)
A - Falta de Introdução;
B – Irrelevância da informação contida no texto;
C - Imagens desadequadas ao conteúdo do texto;
D - Frases riscadas ou apagadas a corrector (no caso de trabalhos escritos à mão);
E – Falta de qualidade da expressão escrita;
E 1 - Existência de erros ortográficos e de sintaxe;
E 2 - Existência de palavras e expressões desadequadas;
E 3 – Grafia em Português na variante brasileira;
E 4 – Texto não tratado, proveniente de traduções informáticas de má qualidade;
E 5 - Texto demasiado curto, com informação insuficiente;
F - Informação igual à da fonte consultada, sem ter sido resumida pelo aluno (plágio propositado ou inadvertido)
G - Existência de links ou de URLs, sem ser na Bibliografia
H - Falta de Conclusão
I – Bibliografia incompleta ou imprecisa
J – Bibliografia inexistente
K– Falta de identificação do autor do trabalho
Legenda dos aspectos valorizadores do trabalho (números)
1 - A selecção de um tema ponderado pelo aluno e do seu efectivo interesse pessoal;
2 – A consulta de mais do que uma fonte;
3 - A consulta de livros fiáveis;
4 – A qualidade do resumo de toda a informação recolhida;
5 - A inserção de texto da autoria do aluno (opinião, experiência pessoal, articulação com a matéria aprendida nas aulas, etc.);
6 – O seguimento das normas para a elaboração de referências bibliográficas;
7 - A relação harmoniosa entre todos os elementos do trabalho, desde o título até à identificação do aluno;
A letra F corresponde directamente à classificação de Muito Fraco, sempre que aplicável a todo o trabalho.
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Avaliação
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Actividades de Final do 1.º Período

COMEMORAÇÕES DO DIA INTERNACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Dia 17 de Dezembro, entre as 9.30h e as 13.30h:
ACTUAÇÃO DO 6.º A NO MERCADO MUNICIPAL, ÀS 10.00h (flauta, harmónica, voz, guitarra eléctrica e acústica, sintetizador, adufe, bongós, djembés e pequena percussão)
ACTUAÇÃO DO 6.º A NA PETROCOOP, às 11h.
A REPORTAGEM SERÁ FEITA PELO JORNAL "O LEME" E O REGISTO VÍDEO POR JÚLIO NUNES.
ASTRONOMIAS DE NATAL Dia 18 de Dezembro:
ACTUAÇÃO DO 6.º A PARA O 6.º B - "THE TWELVE DAYS OF CHRISTMAS" e "RUDOLPH THE RED-NOSED REINDEER" - Biblioteca escolar
ACTUAÇÃO DO 6.º C PARA O 6.º D - " VAI NEVAR" - Biblioteca escolar
ACTUAÇÃO DO 5.º E PARA OS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO E PARA TODAS AS TURMAS DE 5.º ANO: "ASTROMANIAS" E "CANÇÃO DO TIMBRE".
Outras actividades que decorrerão na Biblioteca e/ou na escola:
Leitura de poemas, exposições, venda de iguarias, mini-planetário, "Ver com as mãos", etc.
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Actividades
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Renas musicais - É só apertar os narizes e tocar!
"Teclado" feito de narizes de renas
Podem tocar as músicas que quiserem, ou então, seguir as indicações dos números e tocar as 3 canções indicadas. É possível apertar os narizes ou, em alternativa, tocar no teclado do computador, com os números e os sinais inscritos nas renas. Boas experiências!
Podem tocar as músicas que quiserem, ou então, seguir as indicações dos números e tocar as 3 canções indicadas. É possível apertar os narizes ou, em alternativa, tocar no teclado do computador, com os números e os sinais inscritos nas renas. Boas experiências!
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Canções de Natal
sábado, 28 de novembro de 2009
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