PEQUENOS MÚSICOS - Prof.ª Carla Nunes

Blogue de apoio às aulas de Educação Musical de 2.º Ciclo e de 3.º Ciclo

sábado, 12 de setembro de 2009

Bem-Vindos!

Mais um ano lectivo se inicia. A todos, os meus sinceros votos de muito sucesso e crescimento!



Aos alunos do 5.º E; 6.º A; 6.º B; 6.º C; 6.º D; 8.º A e 8.º B:

sábado, 23 de maio de 2009

Jogos sobre a Orquestra

Dois sites com jogos muito bons, sobre a Orquestra:

http://www.playmusic.org/stage.html

https://wmsmusic.wikispaces.com/Orchestra+Instruments+Games

Música nos Descobrimentos

Sabias que o timbale (atabaque), o cravo, o alaúde, a charamela, o xilofone e a cítara foram instrumentos importantes na época dos Descobrimentos?

Vai a este site, vê como são estes instrumentos, ouve-os tocar e aprende muitas coisas!

http://www.prof2000.pt/users/hjco/Descoweb/Index.htm

Escolhe "Música e Expansão" e diverte-te, aprendendo.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Evolução da escrita musical

Escrita musical do séc. IX, do séc. XIII e da actualidade:



"Segundo a história da música, os primeiros registos musicais conhecidos utilizavam letras. Mais tarde, apareceram os neumas (sinais inspirados nos assentos das palavras, que indicavam o movimento ascendente e descendente dos sons) sem que isso indicasse uma altura exacta.

Por volta do século IX, começou a usar-se uma linha; os neumas colocavam-se acima ou abaixo dela e no início da linha, uma letra indicava o nome da nota que essa linha representava.

O número de linhas foi aumentando ao longo do tempo. Cerca do século XII foi adoptada
a pauta de cinco linhas. Foi Guido D’Arezzo, monge Italiano que substituiu as letras que representavam a altura dos sons pelos nomes que hoje conhecemos. Para isso usou um hino de louvor a S. João Baptista para ajudar os alunos a memorizar a altura dos sons:

Ut queante Laxis
Resonare fibris
Mira gestorum
Famule tuorum
Solve pollut
Labi reatum
Sancte Iohanes

Que significa:

"Para que nós, teus servos,
possamos elogiar claramente
o milagre e a força dos teus actos,
absolve nossos lábios impuros, São João"

Fonte: http://fatimamusical.wikispaces.com/

Escrita neumática:

Canto gregoriano

Sigam o seguinte link, para fazerem pesquisa e ouvirem o canto gregoriano:

http://www.starnews2001.com.br/canto_gregoriano.htm

Partitura medieval de canto gregoriano:

Música na Idade Média (Música medieval)

"Mandad-ei comigo", uma Cantiga de Amigo do trovador Martin Codax interpretada pelo grupo de música antiga Martin Codax:



Grupo de Música Medieval numa Feira:


Canto gregoriano:

A Orquestra Sinfónica

Observa o seguinte vídeo, onde a Orquestra Filarmónica de Berlim interpreta o 1.º andamento da 5.ª Sinfonia de Beethoven. Como estão dispostas as famílias de instrumentos? Como se comportam os músicos, em palco? Qual é a relação ente os gestos do maestro Daniel Barenboim e a forma como os músicos tocam?

domingo, 26 de abril de 2009

Senhas musicais da Revolução de 25 de Abril de 1974

A canção " E depois do Adeus ", interpretada por Paulo de Carvalho e vencedora do Festival da Canção desse ano, marcou o início das operações militares da Revolução de 25 de Abril de 1974:



Grândola vila Morena, uma canção da autoria de Zeca Afonso, foi a segunda senha do MFA e tornou-se o grande hino desse dia:

quinta-feira, 23 de abril de 2009

John Cage I - Experimentalismo musical

John Cage a executar "Water Walk" em Janeiro de 1960, no programa televisivo "I've Got A Secret".

Na altura, John Cage era professor de Composição Experimental na New York City's New School. Oito anos após a sua obra "4:33", ele era a figura mais controversa do mundo musical da altura. A sua primeira performance na televisão nacional previa a utilização de 5 rádios, mas uma disputa na CBS impediu que ele ligasse os rádios à parede. Em alternativa, Cage bate nos rádios e atira-os, em vez de os ligar e desligar.

Ao mesmo tempo que trata John Cage como uma espécie de lunático, o apresentador do programa trata-o de forma reverencial, cancelando o formato regular do programa, para lhe permitir apresentar a sua performance até ao fim.

domingo, 19 de abril de 2009

Mapa etno-musical de Portugal

Este mapa permite, de forma bastante detalhada, compreender e situar os instrumentos tradicionais portugueses:

http://www.juliopereira.pt/index.htm

quarta-feira, 15 de abril de 2009

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O Compositor, o Intérprete e o Maestro

O Compositor

O compositor pode ser considerado como uma espécie de artesão cujo material de trabalho são os sons e os silêncios. É ele que os molda e organiza de tal forma que consegue criar uma harmoniosa teia de ligações sonoras, a que damos o nome de partituras. Estas partituras podem ser compostas para orquestras ou, pelo contrário, apenas para um intérprete.
O trabalho do compositor é feito sempre com uma grande sensibilidade. Esse trabalho está normalmente sujeito a uma série de regras que fazem parte da linguagem musical.

O Intérprete

O intérprete é a pessoa que toca ou canta a obra musical composta.
Este acto exige um grande trabalho de preparação, tanto ao nível técnico, ou seja, ao nível da execução do que está escrito na pauta, como ainda ao nível da sensibilidade do intérprete, para que o espírito que o compositor pretendeu transmitir seja totalmente respeitado.
Costuma dizer-se que os grandes intérpretes são aqueles que sentem a obra musical que executam como se tivessem sido eles a compô-la.
Por vezes, os intérpretes são também os compositores das suas obras. Por isso, são chamados de compositores - intérpretes.

O Maestro

Antigamente a palavra maestro era um título dado aos compositores e aos professores célebres.
Hoje em dia, o maestro é o responsável pela orquestra, ou seja, é a pessoa que dirige todos os intérpretes. Por essa razão a sua actividade é de enorme importância exigindo, por isso, um grande trabalho de preparação e um profundo conhecimento de toda a partitura.
O maestro trabalha em cima de um estrado de modo a que possa ser visto por todos os músicos. O único material que usa é a batuta, com a qual vai dando sinais que indicam aos intérpretes o momento exacto em que devem tocar.