PEQUENOS MÚSICOS - Prof.ª Carla Nunes

Blogue de apoio às aulas de Educação Musical de 2.º Ciclo e de 3.º Ciclo

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O Som e as suas características II - O Timbre

Timbre

Com o teu corpo podes produzir diferentes sons. Certamente já reparaste também que a tua voz é diferente da voz dos teus colegas, que cada objecto tem um som próprio e que na Natureza há uma grande variedade de sons. Assim, mesmo de olhos fechados, reconheces a voz dos teus amigos, o som de uma caneta a cair no chão, o som do bater de uma porta, o ladrar de um cão, o som da chuva a cair...

A esta qualidade do som, que torna possível a sua diferenciação e a identificação da fonte sonora, damos o nome de timbre. Os timbres são muito variados pois existe também uma grande variedade de fontes sonoras. No entanto, o timbre é a única qualidade do som que pode ser alterada. Repara que consegues reproduzir com a voz vários timbres, imitando, por exemplo, diferentes cantores, um animal doméstico, etc.

O facto de o timbre poder ser tão variado implica que tenha também várias características. Se tomarmos como exemplo a voz humana, podemos ver melhor no que consiste cada uma destas características do timbre:

Doce - Voz que demonstra uma certa ternura.
Suave - Voz que demonstra uma grande calma.
Metálica - Voz que parece ser produzida por um objecto metálico.
Nasalada - Voz que parece sair do nariz.
Baça - Voz sempre igual, em que às vezes até é difícil a compreender.
Brilhante - Voz clara, em que se entende facilmente o que se diz, sendo dada muita entoação às palavras.

Contraste e Semelhança Tímbrica

Como sabes, o timbre das vozes dos seres humanos por vezes é muito parecido mas outras vezes ele é muito diferente. Na linguagem musical, dá-se a essa característica o nome de contraste ou semelhança tímbrica.

Também o timbre dos instrumentos pode ser contrastante ou, pelo contrário, semelhante.

Assim, se ouvires o som de um piano e de um tambor, certamente vais sentir que entre estes dois instrumentos há um contraste tímbrico.

Por outro lado, se ouvires um bandolim e uma guitarra portuguesa, certamente terás alguma dificuldade em distinguir o timbre de uma e de outra, o mesmo acontecendo com uma flauta de bisel e uma flauta transversal. Nestes casos há então uma semelhança tímbrica entre os instrumentos. Como já sabes, o timbre é uma qualidade do som. Por isso, podemos dizer que o som que cada instrumento produz corresponde a um timbre muito próprio, ou seja, ao timbre característico do instrumento.

O timbre dos instrumentos está relacionado com dois aspectos:

O material de que cada um deles é feito e o tamanho do instrumento.

O Som e as suas características I

O som é a sensação que o nosso ouvido recebe quando é atingido pelas vibrações ou ondas sonoras produzidas pelas fontes sonoras, isto é, por tudo aquilo que produz som. As ondas sonoras transmitem-se através do ar. Quando a vibração do ar é regular, o som tem características musicais, ou seja, é agradável ao ouvido. Pelo contrário, quando essa vibração é irregular, o som é um ruído, tornando-se, por vezes, desagradável ao ouvido.

As Ondas Sonoras

Os objectos sonoros, ao serem percutidos, produzem variados sons que se propagam através do ar, sob a forma de ondas. Enquanto os sons musicais produzem uma sequência de ondas sonoras regulares, o ruído é uma sequência de ondas sonoras irregulares.

As vibrações

Todas as coisas que produzem som conseguem movimentar o ar rapidamente. Este, ao movimentar-se, provoca vibrações que, ao chegarem aos nossos ouvidos, permitem que consigamos ouvir os diversos sons.

Para verificares a existência das ondas sonoras poderás realizar a seguinte experiência:
Pega num diapasão, bate com ele na palma da tua mão e mergulha-o imediatamente num copo com água. Certamente, verás que as vibrações do diapasão agitam a água.


A Duração

Certamente já reparaste que há sons que duram mais tempo do que outros, como, por exemplo, a sirene dos bombeiros, o alarme de um automóvel, o toque de uma campainha, etc. Por este motivo, podemos dizer que há dois tipos de sons: longos e curtos.

q Sons longos - Demoram muito tempo a desaparecer.
q Sons curtos - Demoram pouco tempo a desaparecer.

Formas de expressão musical

Como se sabe, a música foi evoluindo através dos tempos. Esta evolução foi influenciada por vários factores, tais como: a cultura dos povos, que engloba as suas tradições e costumes, a religião e mesmo a política.

Em Portugal, por exemplo, existem diversas formas de expressão musical, as quais, certamente, já tiveste ocasião de ouvir.

Assim, temos a música tradicional que, além de ser muito diversificada, é de uma verdadeira riqueza cultural, retratando as características e personalidade das gentes de cada uma das regiões de Portugal. Os grupos etnográficos são uma dessas formas de expressão, que interpretam o chamado folclore típico de cada região, dando também a conhecer usos e costumes das suas gentes.

A música tradicional surge muitas vezes associada a festividades, algumas delas de carácter religioso, e é interpretada por vários tipos de agrupamentos, como por exemplo os coros de homens e/ou de mulheres, as orquestras típicas, as bandas e as tunas. Ainda dentro da música popular temos a chamada música ligeira, em que muitas vezes a voz aparece ligada a um grupo de instrumentos ou a uma orquestra e que é muitas vezes influenciada por estilos e modas estrangeiras. Outra forma musical, ou seja, outro estilo de música é aquele cuja interpretação é geralmente feita por orquestras, correspondendo à música erudita. Para além de todos estes estilos, a música portuguesa é também influenciada por toda a música que se faz nos outros países.

Fonte:

http://ensemble.blogs.sapo.pt/arquivo/764293.html

A evolução da Música

A música passou por um longo processo de evolução, o qual está intimamente ligado à evolução do próprio Homem. Nesta evolução destacam-se as seguintes fases:

• Imitação dos sons e sua reprodução através da voz e dos objectos.
• Construção dos primeiros instrumentos musicais semelhantes aos que conhecemos hoje: harpa, lira, alaúde, órgão.
• Desenvolvimento destes instrumentos por várias civilizações, nomeadamente a egípcia, grega e romana.
• Aparecimento e desenvolvimento da escrita musical, ligada à música religiosa.
• Desenvolvimento da música não religiosa, também chamada profana, com os trovadores, jograis e menestréis.
• Desenvolvimento da música vocal e instrumental.
• Criação de outras formas de arte, ligadas à música, como a ópera e o ballet.
• Construção de peças musicais mais complexas, usando um número cada vez maior de instrumentos.
• Grande variedade de estilos musicais, quer vocais, quer instrumentais, quer ainda mistos. Estes estilos vão desde a música erudita até à música tradicional, passando por muitos outros estilos, como o pop e o rock.

Fonte:

http://ensemble.blogs.sapo.pt/arquivo/764293.html

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Desde 1985 até 2009

A pedido de algumas meninas, aqui ficam as fotografias:

terça-feira, 7 de abril de 2009

A Clave de Sol e a Clave de Fá

Porque é preciso existir mais do que uma clave? Porque cada nota escreve-se numa determinada linha ou espaço. As notas mais graves deste teclado, por exemplo, escrevem-se na clave de Fá. A partir do Dó central, escrevem-se na clave de Sol. As linhas e espaços suplementares inferiores e superiores servem para escrever notas que não cabem na pauta. O Dó central escreve-se na 1.ª linha suplementar inferior, se estivermos na Clave de Sol. Essa mesma nota escreve-se na 1.ª linha suplementar suprerior, se estivermos na Clave de Fá. A seguinte imagem elucida muito bem o papel que desempenham ambas as claves:

terça-feira, 10 de março de 2009

Escala pentatónica Maior

As escalas pentatónicas são todas formadas por cinco notas ou tons, com a repetição da primeira. As mais usadas são as pentatónicas menores e as Maiores, que podem ser ouvidas em estilos musicais como o Blues, o Rock e a Música Popular.

In http://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_pentat%C3%B4nica

Escala pentatónica Maior de Dó

Escala diatónica Maior

A escala maior tem os meios-tons do III para o IV grau e do VII para o VIII.
Entre os outros graus tem sempre um tom.

Escala menor natural

Possui oito graus ou oito notas, sendo que a oitava é a repetição da primeira. Tem a seguinte distribuição de intervalos: tom do I para o II grau; meio-tom do II para o III; tom do III para o IV; tom do IV para o V; meio-tom do V para o VI; tom do VI para o VII; tom do VII para o VIII.

Escala cromática

A escala cromática é a escala que possui todas as notas musicais. É uma escala simétrica, ou seja, é constituída por uma sequência de intervalos regulares, sempre iguais, de meio-tom cada um. Tocar uma escala cromática no piano significa tocar em todas as teclas brancas e pretas, entre uma nota e a sua oitava.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Piano virtual

Para tocar piano nas teclas do computador, nada melhor do que este piano!

Sigam o link:

http://www.bgfl.org/bgfl/custom/resources_ftp/client_ftp/ks2/music/piano/index.htm

Escolham diferentes timbres e ritmos e divirtam-se enquanto aprendem.

segunda-feira, 2 de março de 2009

As pausas

Aqui estão também todas as pausas que pertencem à notação musical. Cliquem na imagem para a ampliarem.

A árvore das figuras

Aqui está a árvore das figuras, para imprimirem e estudarem. Cliquem em cima da imagem, para a ampliarem.

Dedilhação do piano

Algumas dicas para iniciação ao piano. A dedilhação do piano eléctrico é igual à do piano acústico.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Recursos tímbricos da viola dedilhada

Vejam como uma viola dedilhada (ou guitarra clássica) pode ser tocada de modo a imitar outros cordofones.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A origem do RAP

A sigla RAP deriva das iniciais de "Rhythm And Poetry" - Ritmo e Poesia. O Rap é um discurso rítmico com rimas, um dos elementos da música e da cultura hip hop.

O Rap que é comercializado nos EUA desenvolveu-se tanto por dentro como por fora da cultura hip hop, e começou com as festas nas ruas, realizadas nos anos 70 por jamaicanos (e outros). Foram eles que criaram a prática de terem um MC (Mestre de Cerimónias), que subia no palco, colocava-se junto ao DJ e animava a multidão, gritando e encorajando com palavras em rima, até que se foi formando o rap.

A origem do Rap situa-se na Jamaica, mais ou menos na década de 60, quando surgiram os sistemas de som, que eram colocados nas ruas dos guetos jamaicanos para animar bailes. Esses bailes de rua serviam de fundo para o discurso dos "toasters", autênticos mestres de cerimônia que comentavam, nas suas intervenções, assuntos como a violência nas favelas de Kingston e a situação política da Ilha, sem deixar de falar, é claro, de temas mais polémicos, tais como o sexo e as drogas.

No início da década de 70, muitos jovens jamaicanos foram obrigados a emigrar para os Estados Unidos da América, devido a uma crise económica e social que se abateu sobre a ilha. O DJ jamaicano Kool Herc introduziu em Nova Iorque a tradição dos sistemas de som e do canto falado, que se foi espalhando e popularizando entre as classes mais pobres até chegar a atingir a alta sociedade.

Fonte: "Rap" in Wikipedia

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rap

sábado, 6 de dezembro de 2008

Apertem os narizes das renas para tocarem!

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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Vamos tocar!

Passa o rato por cima de cada músico, para escutares e analisares as diferentes funções que cada um desempenha, numa Banda Rock. Para ouvires os músicos todos juntos, clica em "Todos".